JESUS E OS AMIGOS - Emmanuel

Jefferson Severino - 02/04/2018 SC 01571 JP

JESUS E OS AMIGOS
Emmanuel
 
"Ninguém tem maior amor que este: de dar alguém a vida pelos seus amigos." Jesus. (João, 15:13).
 
Na localização histórica do Cristo, impressiona-nos a realidade de sua imensa afeição pela Humanidade.
 
Pelos homens, fez tudo o que era possível em renúncia e dedicação.
 
Seus atos foram celebrados em assembléias de confraternização e de amor.
 
A primeira manifestação de seu apostolado verificou-se na festa jubilosa de um lar.
 
Fez companhia aos publicanos, sentiu sede da perfeita compreensão de seus discípulos.
 
Era amigo fiel dos necessitados que se socorriam de suas virtudes imortais.
 
Através das lições evangélicas, nota-se-lhe o esforço para ser entendido em sua infinita capacidade de amar.
 
A última ceia representa uma paisagem completa de afetividade integral.
 
Lava os pés aos discípulos, ora pela felicidade de cada um...
 
Entretanto, ao primeiro embate com as forças destruidoras, experimenta o Mestre o supremo abandono.
 
Em vão, seus olhos procuram a multidão dos afeiçoados, beneficiados e seguidores.
 
Os leprosos e cegos curados por suas mãos haviam desaparecido.
 
Judas entregou-o com um beijo.
 
Simão, que lhe gozara a convivência doméstica, negou-o três vezes.
 
João e Tiago dormiram no Horto.
 
Os demais preferiram estacionar em acordos apressados com as acusações injustas.
 
Mesmo depois da Ressurreição, Tomé exigiu-lhe sinais.
 
Quando estives na "porta estreita", dilatando as conquistas da vida eterna, irás também só.
 
Não aguarde os teus amigos.
 
Não te compreenderiam; no entanto, não deixes de amá-los.
 
São crianças.
 
E toda a criança teme e exige muito.
 
Emmanuel
Psicografia de Francisco Cândido Xavier
Livro: Caminho, Verdade e Vida
 
 




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